Assim que pus os olhos nesse livro, sabia que iria gostar, a capa tinha esse azul maravilhoso e eu fiquei apaixonada, com direito a olhinhos brilhando e tudo mais, eu tinha que ler. Entretanto, assim que comecei a ler, pensei “Ah, vai ser mais um daqueles livros em que há um triângulo amoroso, e ela fica super confusa com quem escolher.” Não precisei ler muito para perceber que eu estava totalmente errada.
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A Seleção é um tipo de concurso, onde o prêmio é o príncipe. 35 garotas, de 16 à 20 anos, vão morar com a família real para disputar pelo coração de Maxon – o apaixonante e perfeito príncipe - e tudo isso é transmitido para toda a cidade, como um reality show.
A cidade, bem, é os Estados Unidos da América com alguma mudanças, quer dizer, muitas mudanças. Agora, ele se chama Illéa – antes disso, se chamava Estado Americano da China – e eles vivem em uma monarquia absolutista, além de serem divididos em castas, que representam o que eles fazem da vida, as castas vão de 1 a 8, sendo 1 a casta da nobreza e 8 a casta dos “desamparados”. Quando se comete um crime muito grave, é para lá que são levadas as pessoas.
América Singer – a ruivinha, com o vestido nada chamativo, da capa. – é uma garota de 17 anos da casta 5, trabalha como cantora, para ajudar a família, e namora Aspen, há dois anos, em segredo, pois o mesmo é de uma casta inferior. É a protagonista e a narradora do livro, o que torna a trama bem mais pessoal e cativante.
Maxon Calix Schreave é o único filho do rei e da rainha de Illéa, e o “prêmio” da seleção, também sendo o principal Juiz da mesma. Para não acabar falando spoiler, vou só dizer que ele é um personagem que faz com que toda garota queira da um pé-na-bunda do namorado e correr para os braços dele.
Aspen Leger é o namorado de América, pertence a casta 6 e tem 19 anos, assim como Maxon, também como príncipe, não da para falar muito sem dar spoiler, mas, vou dizer uma coisa, digamos que ele e América tem um relacionamento muito saudável e ele é pra lá de sensual, ulala.
Vou ser bem sincera quando digo que o livro não se trata só de uma garota em conflitos, tem muito mais do que apenas isso. Para mim, uma das melhores cenas é quando América conhece Maxon, eu quase me acabei de tanto rir, é hilário, boa parte do livro é muito engraçada, assim com a protagonista, suas atitudes e pensamentos são muito engraçados. Vale a pena ler, é engraçado, intrigante, cativante e, principalmente, descontraído.

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ResponderExcluirEm particular ainda não li o livro, mais já ouvi de muitas pessoas que é sensacional.
E após a sua resenha o livro já cativa e deixa com gostinho de quero mais, uma vontade de ler e saber o final.
Simplesmente ( amei, amei, amei ) a sua versão da resenha da A SELEÇÃO.
Beijinhoos